Opinião: Corinthians de Mano é candidato à Série B
Alvinegro deu vexame no Campeonato Paulista e precisa melhorar para não cair
r7.com 17 Março de 2014 - 08:12
O torcedor corintiano que considera a queda para a Série B do Campeonato Brasileiro, em 2007, o maior vexame da centenária história do clube, pode começar a estocar remédios para a dor de cabeça, pois a equipe atual dirigida por Mano Menezes corre sério risco de repetir tal façanha.
O pífio desempenho apresentado no Campeonato Paulista, com direito à goleada sofrida para o Santos e à perda de longa invencibilidade para o rival São Paulo,culminou com a vexatória eliminação do torneio com uma rodada de antecedência, e expôs uma série de defeitos do grupo.
Os problemas corintianos começam, ironicamente, com aquele que foi rotulado como o técnico da reconstrução em 2008, e que levou o Alvinegro à uma série de incontestáveis conquistas após a Série B na temporada seguinte: Mano Menezes.
O gaúcho parece ter perdido a mão em seu trabalho desde que foi demitido da seleção, e vem mostrando, jogo a jogo, que o fiasco no Flamengo, primeiro clube após deixar o time nacional e último antes de reassumir o Alvinegro, não foi azar ou obra do acaso.
Mano Menezes conseguiu transformar um sistema defensivo antes sólido e bem postado, capaz de elevar os zagueiros e meio-campistas do Timão comandado por Tite ao status de jogadores de seleção brasileira, a um setor agora frágil e fácil de ser batido.
Em pouco tempo substituindo seu conterrâneo, Mano não apenas desmontou a defesa, mas também tirou do íntimo dos jogadores o sentido de obediência tática que Tite tanto prezava. O Corinthians de hoje é um amontoado de atletas em campo, sem padrão, sem noção de cobertura e sem variações táticas.
O gaúcho parece ter perdido a mão em seu trabalho desde que foi demitido da seleção, e vem mostrando, jogo a jogo, que o fiasco no Flamengo, primeiro clube após deixar o time nacional e último antes de reassumir o Alvinegro, não foi azar ou obra do acaso.
Mano Menezes conseguiu transformar um sistema defensivo antes sólido e bem postado, capaz de elevar os zagueiros e meio-campistas do Timão comandado por Tite ao status de jogadores de seleção brasileira, a um setor agora frágil e fácil de ser batido.
Em pouco tempo substituindo seu conterrâneo, Mano não apenas desmontou a defesa, mas também tirou do íntimo dos jogadores o sentido de obediência tática que Tite tanto prezava. O Corinthians de hoje é um amontoado de atletas em campo, sem padrão, sem noção de cobertura e sem variações táticas.
Para encarar um Campeonato Brasileiro de alta competitividade o Corinthians precisa mudar radicalmente, reforçando não apenas a defesa, que conta com o bom Gil e o esforçado Cléber, mas ainda carece de laterais de maior categoria, como também o meio-campo e até o ataque, inoperante nos pés de Romarinho e do jovem Luciano.
Ainda há tempo até o início do Nacional, e cabe à diretoria, que também tem boa parcela de culpa no cartório pela lamentável campanha no Paulista, acertar os ponteiros para que a temporada 2014 não termine como há sete anos: com choro e lamentação de uma das maiores torcidas do País.
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